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Ação integrada encontra irregularidades em 12 postos de combustíveis de Colíder

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Doze postos de combustíveis em funcionamento no município de Colíder (650 km ao norte de Cuiabá) foram fiscalizados pela Polícia Civil e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil.

A ação integrada, realizada na quarta-feira (02.10), faz parte da Operação “Respeita o Consumidor”, que tem o objetivo de averiguar possíveis adulterações na quantidade e/ou qualidade dos combustíveis, entre outras irregularidades administrativas.

Na ocasião, foram constatadas irregularidades administrativas em todos os estabelecimentos, resultando em autuações feitas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil.

Em dois postos de combustíveis houve a prisão em flagrante dos proprietários pela prática de crime contra a ordem econômica, previsto na Lei nº 8.176/91.

Em um dos postos em que o proprietário foi preso, foi encontrado problema na qualidade do etanol vendido. No outro caso de prisão, a quantidade de óleo diesel S-10 e S-500 comercializada apresentava diferença do vendido para o efetivamente abastecido.

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Diante dos fatos os dois responsáveis pelos postos foram conduzidos até a Delegacia de Colíder, e autuados pelo crime de adquirir, distribuir e revender derivados de petróleo, gás natural e frações recuperáveis, álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis em desacordo com a lei.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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