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Acidente envolvendo quatro veículos deixa sete feridos no interior de MT

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu no domingo (13.7) por voltas das 17h48, uma ocorrência de acidente envolvendo quatro veículos de passeio que deixou sete pessoas feridas em Campo Verde (a 131km de Cuiabá).

Ao chegarem no local da ocorrência, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Sama) e da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) constataram o envolvimento de quatro veículos: um Toyota Corolla, uma caminhonete Hilux, uma caminhonete S10 e um Astra que evadiu-se do local antes da chegada do socorro, sem prestar assistência às vítimas.

Entre os feridos estavam o condutor do Corolla, um homem de 33 anos, com escoriações e sangramentos no rosto; o motorista da Hilux, de 50 anos, com trauma no membro inferior direito e ferimentos faciais; e os cinco ocupantes da caminhonete S10: um bebê de 11 meses, do sexo feminino, que estava apenas chorosa, sem sinais aparentes de trauma; uma mulher de 60 anos, com dores abdominais, trauma no braço direito e sensibilidade nas costelas; uma mulher de 35 anos, com dores nos braços e pernas; um homem de 54 anos, com escoriações e sangramentos faciais; e outra mulher, também de 60 anos, com dores na região da clavícula.

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Os bombeiros realizaram o trabalho conjunto com o Samu atuando no atendimento às vítimas, na sinalização da via e na segurança do local. Após os primeiros socorros, todos os feridos foram encaminhados à unidade hospitalar do município. A equipe também realizou a remoção dos destroços dos veículos envolvidos que causavam a obstrução para a normalidade do tráfego da via.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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