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Ações da Lei Seca resultam na prisão de 59 condutores por embriaguez ao volante no feriadão de Carnaval

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As ações da Operação Lei Seca realizadas no período do Carnaval resultaram na prisão de 59 condutores por embriaguez ao volante. As ações foram realizadas no feriado prolongado em seis municípios de Mato Grosso.

O balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), mostrou que foram fiscalizados 1.250 veículos e realizados 1.469 testes de alcoolemia, que geraram 632 autos de Infração de Trânsito (AIT).

Dentre as autuações de trânsito, estão 118 por conduzir veículo sob efeito de álcool e 71 por recusar passar pelo exame. Ao todo, 285 veículos foram removidos.

A operação registrou uma detenção por ocultação de sinais identificadores de veículos e outra por receptação, além da apreensão de uma arma.

As operações foram realizadas em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Alta Floresta e Tangará da Serra entre sexta-feira (14/2) e domingo (17/2).

No interior, a Lei Seca é desenvolvida pelo GGI em parceria com as prefeituras e com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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