MATO GROSSO

Ações da Operação Lei Seca em sete municípios resultam em 80 pessoas presas

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As ações da Operação Lei Seca realizadas no fim de semana em sete municípios de Mato Grosso resultaram na abordagem de 1.108 veículos e na aplicação de 1.180 testes de alcoolemia. Durante as fiscalizações, 80 pessoas foram presas.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), foram lavrados 848 Autos de Infração de Trânsito em Cuiabá, Várzea Grande, Alta Floresta, Nova Mutum, Sinop, Tangará da Serra e Cáceres.

As ações, realizadas entre a noite de sexta-feira (25.4) e domingo (27.4), tiveram como principais infrações a condução de veículo sob efeito de álcool, a direção sem habilitação, além de condução de veículos não registrados ou não licenciados.

Do total de pessoas presas, 77 delas foram por embriaguez ao volante. Também houve prisões por dirigir sem habilitação, cumprimento de mandado de prisão e desacato. Ao todo, 325 veículos foram removidos, entre carros e motocicletas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), em conjunto com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo. As guardas municipais e secretarias de trânsito dos municípios também integram a operação.

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*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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