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Ações educativas do Detran alcançam mais de 90 mil pessoas em Mato Grosso

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) encerrou o ano de 2024 com atendimento a 94.290 pessoas em 480 ações educativas realizadas em 43 municípios do Estado.

Entre as ações realizadas por meio da Coordenadoria de Ações Educativas estão atividades de educação e segurança no trânsito para a população e palestras educativas em 77 instituições de ensino público e privado, alcançando 12.525 pessoas entre estudantes, pais, professores e comunidade escolar.

Também foram realizadas palestras em 66 empresas de transporte; 50 ações de pit stop educativo com condutores, pedestres e motociclistas; participação em mutirões sociais; abordagem educativa em bares, restaurantes e eventos festivos; e 35 ações do projeto Amigo da Rodada, contemplando seis municípios.

Ao longo do ano, a Coordenadoria também realizou campanhas educativas de trânsito como de Volta às Aulas, Carnaval, Maio Amarelo e Semana Nacional de Trânsito.

Em parceria com a dupla de humoristas cuiabanos Nico e Lau, o Detran-MT, por meio da Coordenadoria de Ações Educativas, realizou oito edições e 16 ações do projeto “No Trânsito, Fica Esperto!”. A ação percorreu 05 municípios. A coordenadoria também levou as ações do Detran para projetos sociais como o Ribeirinho Cidadão e a Expedição Araguaia.

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A coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran-MT, Gresiella Almeida, avalia positivamente o ano de 2024 e explica que o trabalho do Detran no viés educação para o trânsito tem a missão de promover e coordenar, no âmbito do Estado de Mato Grosso, programas, ações e campanhas educativas de trânsito.

“Atuamos com o público infanto-juvenil, priorizando a formação de comportamento, adotando a escola como local privilegiado para a formação da cidadania. A outra linha de ação, que privilegia a mudança de comportamento, tem como público-alvo os adultos, com palestras e campanhas educativas, além de alertar sobre as penalidades aplicadas aos infratores das leis de trânsito, punição e multas, tudo com o caráter educativo”, explicou.

A diretora de Fiscalização e Educação para o Trânsito do Detran-MT, Adriana Carnevale, ressaltou que as ações educativas realizadas todos os anos pelo Detran, por meio da coordenadoria de Ações Educativas, promovem a sensibilização de diversos públicos sobre as normas e regras de trânsito.

“A educação para o trânsito é um dos pilares fundamentais para trabalhar desde a base a prevenção e contribuir para a redução dos sinistros de trânsito, o que também reflete diretamente no alcance das metas propostas pelo Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), do qual o Estado de Mato Grosso faz parte”, falou.

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As ações educativas foram promovidas em 2024 em parceria com as Ciretrans, Polícia Militar, através do Batalhão de Trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Guardas Municipais, Semob, Sest Senat, Senar, Tribunal de Justiça e com as empresas de cunho privado, sensibilizando seus colaboradores para um trânsito mais seguro.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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