MATO GROSSO

Adolescentes do Socioeducativo expõem obras em concurso de fotografia

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Projeto Oficinas Socioeducativas (POS), promove, na tarde de quinta-feira (27.04), a premiação do concurso de fotografia Novo Olhar, que ocorre no Complexo Pomeri, em Cuiabá.

O evento expõe aos servidores da unidade, do Juizado da Infância e Juventude, Ministério Público, Defensoria Pública e familiares os resultados do olhar artístico de 24 adolescentes, entre meninos e meninas, em cumprimento de decisão cautelar provisória e de medida socioeducativa de internação.

Jean Cesar Monteiro, coordenador do projeto, explica que os jovens tiveram oficinas sobre arte fotográfica e foto conceito, em contraturno escolar, para incentivá-los a buscar imagens que transmitissem sentimentos.

“A arte é o que muitas vezes está na nossa frente e a gente não enxerga. Eu estou passando por um momento ruim, mas estou focando nas coisas boas para, lá na frente, eu ter realmente essa coisa boa”, diz uma das adolescentes sobre o significado da arte em sua fotografia.

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A exposição contará com um percurso a ser feito pelos servidores antes da votação. Os convidados terão uma apresentação na chegada, com os conceitos e objetivos da exposição, e passarão por um corredor de fotografias, salas de imersão de legendas com vídeos, e estações de quebra-cabeça, jogos de memória e pintura. Após, os visitantes e demais jurados devem passar pela urna de votação e premiação. Os três finalistas ganharão uma premiação, oferecida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

“Vemos a oficina de fotografia como de grande valia para a instituição. Os adolescentes envolvidos expõem, através da foto, os seus sentimentos, e trazem um momento de reflexão sobre a sua situação. Neste momento conseguimos mostrar o lado positivo da vida e criar um desejo neste adolescente, de possibilidade de mudança em sua trajetória”, afirma o diretor do Centro de Atendimento Socioeducativo Masculino de Cuiabá, Urias Avelino Dantas.

Projeto Oficinas Socioeducativas
O POS é uma iniciativa do Sistema Socioeducativo da Sesp, que contempla um conjunto de atividades culturais e de convivências sociocomunitárias para adolescentes da unidade de internação, a fim de desenvolver a autonomia e valorização da identidade do jovem durante esse período, de acordo com o coordenador do projeto. Esses adolescentes participam, ainda, de atividades como leitura, dança, teatro, pintura, música, artesanato e culinária.

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“Eles também realizam passeios em teatro, cinema, jogos, e museus. A gente proporciona essa atividade de cultura e lazer para os adolescentes terem essa vivência aqui na unidade. Quase 100% desses jovens são de famílias carentes, estão cumprindo medidas socioeducativas aqui e nunca tiveram essa oportunidade”, ressalta o coordenador.

(Com supervisão de Alecy Alves)

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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