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AGER-MT lamenta acidente na BR-163 envolvendo ônibus da concessionária Novo Caminho SPE/Rio Novo Transportes

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (AGER-MT) manifesta profundo pesar pelo grave acidente ocorrido na noite desta sexta-feira (8.8), no km 648 da BR-163, próximo a Lucas do Rio Verde, envolvendo um ônibus da empresa Novo Caminho SPE Ltda. (Rio Novo Transportes), que seguia de Cuiabá para Sinop, e uma carreta basculante.

De acordo com informações preliminares divulgadas em nota oficial da concessionária, a colisão resultou em 11 vítimas fatais, incluindo o motorista do ônibus, e deixou vários feridos que estão recebendo atendimento médico nas unidades de saúde da região.

A concessionária Novo Caminho SPE/Rio Novo Transportes informa que está oferecendo todo o suporte às vítimas e aos seus familiares. A empresa mantém um canal especial de atendimento para esclarecimentos pelo telefone 0800 802 2222.

A AGER-MT destaca que o ônibus, de placa SPU0H07, prefixo 25104, modelo 2025, passou por vistoria técnica em julho deste ano, com validade até 11 de julho de 2026, e possuía apólice de seguro de responsabilidade civil obrigatória vigente até 4 de junho de 2026.

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A AGER-MT acompanha de forma contínua as apurações conduzidas pelas autoridades competentes para o esclarecimento das circunstâncias e causas do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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