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AGER participa da Operação Nacional de Segurança Viária 2025 em parceria com a PRF

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (AGER), por meio da Superintendência Reguladora de Transporte Rodoviário, participou da Operação Nacional de Segurança Viária 2025, promovida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre os dias 28 e 30 de abril, no município de Diamantino (a 182,5 km de Cuiabá).

A ação ocorreu no Posto Gil da PRF e teve como principal objetivo reforçar a segurança viária na malha rodoviária estadual, com foco na fiscalização do transporte intermunicipal de passageiros. Durante a operação, foram realizadas abordagens educativas e orientações a motoristas e passageiros quanto aos seus direitos e deveres, além da verificação da regularidade dos veículos e das viagens em circulação.

De acordo com o diretor regulador de Transportes e Rodovias da Agência, José Ricardo Elias, a participação da autarquia está alinhada às diretrizes do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS), que visa reunir esforços de instituições para a promoção de uma mobilidade urbana mais segura e responsável em todo o território nacional.

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“A integração entre as instituições evidencia o esforço conjunto para garantir um transporte intermunicipal seguro, regular e dentro das normas estabelecidas pela legislação vigente, beneficiando diretamente os usuários dos serviços em Mato Grosso” afirmou.

Além das ações educativas, a PRF intensifica a fiscalização nas rodovias através da tecnologia dos radares, bafômetros e câmeras de videomonitoramento, para coibir as infrações de excesso de velocidade, embriaguez ao volante, manobras irregulares, entre outras situações apontadas nas estatísticas como as principais causas de sinistros graves com feridos e mortes nas estradas.

Em 2024, a operação gerou resultados expressivos em Mato Grosso, com 281.631 veículos abordados, 50 mil pessoas alcançadas pelas ações educativas e 600 motoristas presos por embriaguez ao volante.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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