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Alunos de 42 escolas estaduais da região de Cáceres trabalham Cultura de Paz

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Alunos de 42 unidades de ensino da rede estadual da Diretoria Regional de Educação pólo de Cáceres, trabalharam valores, atitudes, modos de comportamento e de vida que rejeitam a violência, disseminando a Cultura de Paz nas escolas. As atividades aconteceram no decorrer das últimas semanas do mês de abril. O projeto é uma iniciativa do Núcleo de Mediação Escolar (NME) e da Superintendência de Relacionamento Escolar (SURE) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

O diretor Sandro Charnoski, da Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, em Araputanga, contou que a comunidade escolar realizou atividades com todas as turmas da unidade nos três turnos. Segundo ele, os estudantes ficaram sob orientação dos professores e líderes para realizar as atividades interativas. “Cada turma foi coordenada por um professor que ficou responsável pelo desenvolvimento das ações e registro das atividades. Os professores dividiram os trabalhos com a elaboração de murais, confecção de cartazes, produção de textos, análise de dados e acolhimento aos estudantes”, explicou.

Para a coordenadora de Gestão Escolar e de Rede do polo de Cáceres, Luciane Miranda Faria, o trabalho desenvolvido nas unidades resultou em um saldo positivo para todos envolvidos no projeto. “Nós enquanto profissionais estamos muito satisfeitos com os resultados que as escolas têm encaminhado através dos registros e relatórios. Trabalhar nessa perspectiva é extremamente importante para estabelecer entre os pares uma relação de integração, de tolerância, de amizade e de conservação da cultura do respeito”, contou.

“Eu achei muito interessante a realização das atividades na escola. Isso vai nos ajudar a pensar, refletir e identificar casos de bullying, além de saber como proceder nessas situações”, explicou a jovem Isabela Teodoro, da Escola Estadual 15 de Junho, em São José dos Quatro Marcos.
A diretora Leide Carla Costa de Souza, da Escola Estadual de Tempo Integral Lourenço Peruchi, também em Quatro Marcos, realizou uma atividade lúdica chamada de “Abraço pela Paz”, com objetivo de promover a cultura de paz no ambiente escolar. Durante as atividades, os estudantes caminharam de mãos dadas ao redor da Escola e do Centro de Educação Infantil, em um ato simbólico de proteção.

Patrícia Carvalho, líder do Núcleo de Mediação da Seduc, disse que a ação vem ao encontro com a movimentação já realizada pela secretaria, que visa transformar as unidades escolares em um ambiente mais seguro e propenso a paz, onde as ações contínuas e rotineiras fortalecem o aprendizado dessas crianças e adolescentes”,finalizou.

O estudante Wesllen Inácio Borges, vice-presidente do Grêmio Estudantil da Escola Nossa Senhora de Fátima, contou que a ação na escola teve o apoio da equipe, participando e interagindo durante e após o projeto. “Fizemos um mural com frases de reflexão sobre o bullying, cartazes com ênfase a igualdade entre todos”, relatou.

Wesllen ressaltou a importância do acompanhamento psicológico na comunidade escolar, que tem como objetivo orientar os estudantes.

Cultura de Paz

A Cultura de Paz é formada por um conjunto de ações que abrangem os cinco campos dentro da mediação escolar: valores humanos; educação para direitos humanos; mediação de conflitos e práticas restaurativas. As questões são ligadas às vivências e convivências escolares. Quanto mais a escola conseguir realizar atividades desses cinco campos, mais estará trabalhando o tema e contribuindo para a pacificação no ambiente escolar.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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