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Alunos de Alto Araguaia/MT recebem palestra inspiradora sobre o poder do voto e engajamento político

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Estudantes do ensino médio da Escola Arlinda Pessoa Morbeck, situada em Alto Araguaia/MT, tiveram a oportunidade de participar de uma palestra marcante ministrada pelo juiz Adalto Quintino da Silva, da 08ª Zona Eleitoral. O objetivo principal do encontro, que ocorreu nesta quarta-feira (17 de maio), foi incentivar a participação ativa dos jovens na política e destacar a importância do voto e do alistamento eleitoral.

Durante toda a palestra, o magistrado enfatizou que o voto é uma poderosa ferramenta de transformação, capaz de influenciar o rumo do país, do estado e do município. “O foco foi conscientizar os alunos de que o voto possibilita a escolha dos melhores gestores em todas as esferas, tendo um impacto direto em suas vidas. Incentivar o alistamento e a participação efetiva dos jovens na política é fortalecer a democracia”, ressaltou o juiz Adalto Quintino da Silva.

Além de abordar a importância do voto, o juiz eleitoral compartilhou dicas valiosas sobre a atuação na área do direito e esclareceu dúvidas dos alunos em diversos assuntos relacionados à política.

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A palestra foi solicitada a 08ª Zona Eleitoral pelas professoras de português, história e sociologia da escola, que reconhecem a importância de trabalhar o tema da participação jovem na política no ambiente escolar.

“Com esse encontro, os alunos do ensino médio noturno foram estimulados a refletir sobre seu papel como cidadãos e a importância de exercerem seus direitos e deveres eleitorais. Acreditamos que essa iniciativa contribuirá para a formação de uma geração mais consciente e engajada na construção de um futuro melhor para a sociedade”, ressaltou o magistrado.

 A 08ª Zona Eleitoral, atende os eleitores de Alto Araguaia/MT, onde está localizado o cartório eleitoral, e também dos municípios de Alto Taquari, Araguainha e Ponte Branca.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: Duas fotos reais do evento, onde é possível vislumbrar o magistrado sentado na mesa de honra portando o microfone e proferindo a palestra e também os alunos sentados na cadeira assistindo. Do lado direito acima consta a logo do TRE-MT e do lado esquerdo acima um retângulo pequeno azul com os dizeres em branco: Jovem na Política. 

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Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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