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Alunos de escolas técnicas estaduais representam MT em evento nacional de Educação Profissional e Tecnológica

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) representará Mato Grosso na 2ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, promovida pelo Ministério da Educação (MEC), entre os dias 28 de novembro a 04 de dezembro, em Brasília (DF). O evento será realizado no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

Com o tema “Tecnologia e Inovação”, o evento faz parte da agenda de ações da 19ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), e reúne atividades, como oficinas, apresentações culturais, palestras, mostra tecnológica, apresentações de trabalhos acadêmicos no formato oral e poster. O objetivo é criar um ambiente de aproximação entre as instituições de Educação Profissional e Tecnológica e o mercado de trabalho, além da integração e da troca de experiências entre as diferentes redes de ensino.

A comitiva mato-grossense reúne 16 participantes, entre alunos, professores e equipe técnica das Escolas Técnicas Estaduais (ETEs), selecionados com a melhor pontuação nos trabalhos durante a I Mostra Estadual das Escolas Técnicas (MEET), realizada entre os meses de junho e agosto.

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Os projetos selecionados para participar em Brasília foram: “Uso de Resíduos na Adubação de Neossolo”, desenvolvido pela Escola Técnica Estadual de Poxoréu; a “Cápsula Biodegradável”, da ETE de Tangará da Serra; e “MT BIO” e “Piso Drenante”, ambos desenvolvidos pela ETE de Lucas do Rio Verde.

Entre as atividades, estão previstas mostras tecnológicas de projetos de inovação, que serão apresentados produtos, protótipos e processos inovadores. O evento contará ainda, com a apresentação de trabalhos acadêmicos, envolvendo resumos expandidos de tese, dissertação, monografia, relatório e artigo referentes ao tema Tecnologia e Inovação.

“O evento é uma comemoração à educação profissional, onde estarão presentes várias instituições de ensino do país. Participamos do edital para a seleção dos trabalhos e conseguimos um estande para a exposição dos projetos das nossas escolas. Teremos a oportunidade de conhecer outras instituições e discutir novas ações de inovação na área”, enfatizou a superintendente de Educação Profissional e Superior (Seciteci), Pollyana Peron.

A programação é gratuita e aberta ao público. No evento também serão abordados temas como o panorama de execução dos estados, as tendências de inovação no setor da educação, e a repactuação de Programas Federais.

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Confira a programação completa em: semanaept.mec.gov.br

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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