MATO GROSSO

Alunos do SoleTRE participam de palestra em alusão ao Setembro Amarelo

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Em alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, estudantes do programa de alfabetização SoleTRE, desenvolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), participaram de uma palestra, nesta terça-feira (30.09). O tema escolhido foi “Aromaterapia no cuidado com os idosos”. 

 

O assunto foi abordado pela servidora da Presidência do Tribunal, a técnica judiciária Karina Dziedzic, que ressaltou a aromaterapia como uma forma de cuidar do corpo, da mente e do coração com a força gentil da natureza. Ela destacou que esta é uma prática que pode ser utilizada como valiosa aliada no cuidado emocional e físico, oferecendo suporte natural e complementar. “Porém, é importante explicar que a aromaterapia funciona como um apoio complementar, nunca substituindo o acompanhamento médico profissional”, alertou. 

 

Ela também citou que o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo e o 5º em casos de depressão. “Num cenário assim, é urgente falarmos sobre a importância de cuidarmos da nossa saúde mental. Acredito que a aromaterapia é uma alternativa complementar, acessível e segura para tratarmos dessas questões”, salientou. 

 

A palestrante falou sobre os óleos essenciais, que são concentrados aromáticos extraídos de plantas, com propriedades terapêuticas. Entre os benefícios, estão o auxílio no alívio de dores, insônia, ansiedade, além de favorecer a memória, a autoestima e a sensação geral de bem-estar. Os tipos mais usados para amenizar sintomas de ansiedade e depressão são os de lavanda (relaxa, reduz o estresse e melhora o sono), bergamota (melhora o humor, promove sentimento de alegria e traz confiança), e laranja doce (estimula a alegria e traz sensação de leveza). 

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Já os óleos para insônia e agitação noturna são os de manjerona (relaxa tensões musculares preparando o corpo para o sono), camomila romana (acalma e favorece o sono profundo) e lavanda (relaxa, reduz o estresse e melhora o sono). Karina Dziedzic detalhou, ainda, as formas seguras de uso, como a inalação direta (pingar algumas gotas em um papel ou lenço), considerado o método mais seguro e eficaz. Outra forma é por meio da massagem diluída, na qual deve-se misturar o óleo essencial com óleo vegetal, como o de coco, sendo a medida duas gotas do óleo essencial para cada colher de sopa de óleo base. 

 

Outro método é a utilização de colar aromático, utilizando em difusores pessoais ou aplicar em tecidos para inalação prolongada e suave ao longo do dia. Alguns cuidados citados pela palestrante incluem: não aplicar óleo puro diretamente na pele (exceto lavanda), não ingerir óleos essenciais sem orientação, sempre respeitar contraindicações individuais, e consultar um profissional antes do uso. “Para cada 10 pessoas, sete vão sentir os efeitos positivos do óleo essencial e em três pode ser que tenha reações contrárias. Isso varia de organismo para organismo, é preciso testar, observar e, caso não tenha o efeito desejado, suspender o uso”, recomendou. 

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A aluna do SoleTRE, Zuleica Paes de Barros de Arruda, de 74 anos de idade, gostou da palestra e disse que já faz uso de algumas plantas para fazer chás. “Eu achei muito bom, porque eu utilizo ervas para fazer chá para o estômago, por exemplo, e outras dores. Essa parte que ela falou também sentimental e mental, eu achei bom porque eu estou meio esquecida. Então, eu tomo óleo de coco para a memória e faço xarope das folhas”, contou ela, acrescentando que cuidar da menta ajuda nos estudos.  

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra a palestre, realizada em uma sala de aula, onde várias pessoas estão sentadas em cadeiras voltadas para a frente, assistindo a uma apresentação. Uma mulher em pé conduz a fala, ao lado de uma tela de projeção que exibe slides. O ambiente é organizado e iluminado, com quadro branco e materiais de apoio. 

Fonte: TRE – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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