MATO GROSSO

Após cerca de sete horas de combate, bombeiros controlam incêndio em carreta-tanque carregada de etanol

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) controlou, por volta das 15h40 deste domingo (26.01), um incêndio de grandes proporções em uma carreta-tanque carregada de etanol, que estava na Avenida Carlos Guiney, no centro de Alto Araguaia (a 421 km de Cuiabá). Foram necessárias quase sete horas de trabalho para extinguir as chamas.

A equipe do 1° Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) atuou desde às 9h no combate ao incêndio, que teve início após a ruptura de uma área do tanque da carreta, que provocou o vazamento de etanol e, consequentemente, o surgimento das chamas. Por se tratar de um líquido altamente inflamável, o etanol contribuiu para a rápida propagação do incêndio no veículo, aumentando a complexidade e a dificuldade no combate ao fogo.

Duas viaturas foram mobilizadas para a ocorrência, sendo uma delas equipada com Líquido Gerador de Espuma (LGE), especialmente indicado para conter incêndios desta natureza. Também foi necessário o uso de areia, aplicada para absorver o etanol e evitar que ele se espalhasse, agravando a situação.

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Além disso, uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, da cidade de Mineiros, prestou apoio na operação. Essa força-tarefa foi essencial para conter o avanço do incêndio, que apresentava um elevado risco devido à possibilidade de explosão, além da proximidade de edificações e de um depósito de gás nas imediações.

Embora as chamas tenham sido controladas, os bombeiros permanecem no local para realizar o resfriamento do veículo e monitorar o vazamento de etanol, que ainda persiste. A ocorrência só é considerada encerrada quando não apresentar mais nenhum risco à população. Por isso, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a orientação para que os moradores do município respeitem a área de isolamento estabelecida.

Veja como foi a ocorrência aqui (vídeo)

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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