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Após duas semanas, Polícia Militar prende mulher por tráfico de drogas pela segunda vez

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Policiais militares prenderam uma mulher, de 30 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite de sábado (25.1), no distrito de União do Norte, em Peixoto de Azevedo. Ela havia sido presa há duas semanas, mas foi solta e estava sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.

Com a suspeita, foram encontrados uma porção média análoga a maconha, uma porção grande e uma pequena de cocaína e R$ 62.

Em patrulhamento pela Operação Força Total, a equipe policial flagrou uma mulher, em atitude suspeita, na esquina de uma casa, no bairro Alto Alegre.

A suspeita, ao ver a viatura, jogou uma porção pequena análoga a pasta base em um terreno baldio.

Os policiais fizeram a abordagem e identificaram que a mulher, que foi presa no último dia 12 de janeiro, pelo mesmo crime de tráfico ilícito de drogas, estava em liberdade com uso de tornozeleira eletrônica.

Em relato aos militares, a mulher informou estar morando na residência da mãe. A equipe entrou no local e, em buscas, localizou uma bolsa com uma porção grande de pasta base de cocaína e uma média de maconha, além de uma balança de precisão e R$ 62 em espécie.

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Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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