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Atletas da Rede Cidadã conquistam 29 medalhas em Campeonato de Jiu Jitsu

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Atletas de Jiu-Jitsu do programa Rede Cidadã, de Rondonópolis (a 235 km de Cuiabá), conquistaram 29 medalhas no Campeonato Centro-Oeste de Jiu-Jitsu, disputado na capital mato-grossense no sábado e no domingo (18 e 19.4).

Um total de 1.726 atletas dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal participou das disputas.

Entre os competidores, 18 alunos do programa, com idades entre 10 e 16 anos, disputaram provas em duas categorias, com e sem kimono. Ao final, o grupo somou 29 medalhas, sendo 13 de ouro, 10 de prata e seis de bronze.

Desses participantes, 11 estrearam em competições oficiais e voltaram para casa com medalhas de prata e bronze.

O destaque maior foi para três atletas que participaram pela quarta e quinta vez do campeonato e pela primeira vez subiram ao pódio de 1ª lugar e conquistaram a medalha de ouro.


Para o instrutor dos alunos, cabo PM Saulo Moreira dos Santos, a Rede Cidadã por meio do esporte ajuda a construir pessoas fortes, persistentes e preparados para construir a própria carreira de sucesso.

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“Foi muito gratificante ver eles se emocionarem conquistando o primeiro lugar, tão desejado. Nos sentimos com o dever cumprido e a Rede Cidadã tem um papel fundamental na formação desses futuros cidadãos” reforçou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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