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Atuação da Justiça Eleitoral na fase de cumprimento de sentença é tema de curso

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Teve início, nesta segunda-feira (08.09), o curso “Atuação da Justiça Eleitoral na fase de cumprimento de sentença: o uso estratégico das ferramentas eletrônicas de pesquisa e constrição patrimonial”. Realizada pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE-MT) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a capacitação ainda terá aulas nos dias 10 e 12 de setembro, das 8h30 às 11h50 (horário de MT). 

 

Na abertura, o vice-diretor da EJE-MT, juiz-membro Raphael Arantes, deu as boas-vindas aos cerca de 100 participantes do curso e ao professor. “Este é um assunto de extrema importância e tenho certeza de que o curso será de muita valia para todas e todos os participantes. A Justiça Eleitoral lida diariamente com desafios que exigem não apenas conhecimento técnico, mas também o domínio de ferramentas modernas de investigação e execução. Esse aprendizado vai fortalecer o trabalho desenvolvido em nossas unidades, garantindo maior efetividade no cumprimento das decisões judiciais e, consequentemente, mais credibilidade e transparência perante a sociedade”. 

 

As aulas são ministradas na modalidade telepresencial, para magistrados, magistradas, promotores, promotoras, servidores e servidoras do TRE-MT, pelo oficial de Justiça avaliador federal do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região, Gianfranco Leskewscz. Ele também integra a Divisão de Pesquisa Patrimonial e Execução Concentrada, é instrutor e monitor de cursos de pesquisa patrimonial básica para TRTs e TREs, e pós-graduado em Direito Processual Civil e em Execução Civil e Trabalhista, com ênfase em recuperação de crédito e pesquisa patrimonial.  

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O curso possui o total de 10 horas de carga horária, e busca introduzir aos participantes os sistemas de pesquisa, além das funções, aplicações, conceitos e ferramentas utilizadas. “Nós temos uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução n° 584/2024, que dispõe sobre o uso dos sistemas de pesquisa de dados e busca de bens para constrição patrimonial disponibilizados pelo Conselho Nacional de Justiça. É uma demanda que está surgindo para todo o âmbito do judiciário e que irei abordar ao longo de todo o curso. Porém, sugiro a criação de núcleos especializados para aprofundamento do tema de forma constante”. 

 

O servidor Armando Sussia Rosa disse que o curso está excelente, principalmente por focar no aspecto prático. “Claro que a teoria é sempre importante, mas o professor está mostrando mesmo onde clica, o que vai acontecer se você escolher tal menu, o que pode dar errado, e também está sendo prestativo com os colegas que estão apresentando dúvidas. De novo, não menosprezando a teoria, mas essa parte prática mesmo de abrir o sistema, de mostrar e, inclusive, apontar possíveis soluções para problemas que ele vivencia, é muito importante”. 

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Segundo o chefe de cartório da 19ª Zona Eleitoral, com sede em Tangará da Serra, Renato Cabral, o tema do curso é muito relevante. “Temos vários processos nesta fase de cumprimento de sentença, oriundos, em especial, de prestação de contas eleitorais e anuais. Na Justiça Eleitoral, devido a sazonalidade, não temos o hábito de lidar com essas ferramentas (SISBAJUD, RENAJUD, INFOJUD, etc.) corriqueiramente. Então, após a edição da Resolução n° 23.709, que tratou do cumprimento no âmbito da Justiça Eleitoral, esses cursos são importantes para entendimento e padronização”, avaliou. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma reunião virtual com vários participantes. Em destaque, aparecem dois homens em janelas principais: um deles, o vice-diretor da EJE-MT, usando terno escuro com camisa clara, e o outro, o professor do curso, de óculos e blazer preto. Na parte superior, estão as miniaturas dos demais participantes conectados à videoconferência. 

Fonte: TRE – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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