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Atuação intensiva da Polícia Civil resulta em 827 prisões nos primeiros cinco meses deste ano

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No mês em que comemorou 182 anos de criação, a Polícia Civil de Mato Grosso fortaleceu ainda mais sua atuação investigativa, com 47 operações e 97 prisões realizadas. O acumulado de cinco meses deste ano, de janeiro e maio, somam 827 prisões em 263 operações.

As operações tiveram como foco o combate à atuação de organizações criminosas e resolução de crimes como tráfico de drogas, homicídios e lavagem de capitais, além de crimes no âmbito da violência doméstica e exploração sexual infantil.

Um dos destaques em maio foi a Operação La Catedral, coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Primavera do Leste, que desarticulou uma associação criminosa liderada por um preso do regime fechado que, de dentro da unidade prisional do município, coordenou um esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas, com a participação do diretor da cadeia. A operação cumpriu 132 ordens judiciais, entre prisões preventivas, buscas e apreensões, bloqueios de contas bancárias, além de sequestro de bens móveis e imóveis dos investigados.
Fazenda onde criminoso investigado na Operação La Catedral; gado foi sequestrado judicialmente

Dentre o trabalho de combate às facções criminosas se destaca ainda as ações da Operação Erga Omnes, um planejamento estadual da Polícia Civil focado na repressão ao tráfico doméstico e interestadual de entorpecentes. Apenas essas operações concentraram no mês de maio 44 prisões.

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Na avaliação da delegada-geral da instituição, Daniela Maidel, O crescimento de operações policiais mês a mês é reflexo do empenho de centenas de policiais civis, que estão qualificados para enfrentar todo tipo de investigação, desde a mais simples até as mais complexas.

“Diferente dos trabalhos diários, que refletem em prisões em flagrantes, as operações são oriundas de meses, e até anos, de investigações sigilosas. E esse avanço não é motivo de acomodação, mas sim de se intensificar as investigações qualificadas”, reforçou a delegada-geral.

A Operação Caminhos Seguros, realizada em todo o estado, mobilizou órgãos de segurança no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. Foram realizadas ações de prevenção e repressão para fortalecer o enfrentamento aos delitos, além de sensibilizar e conscientizar a população para a importância da proteção à infância e adolescência. A Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, em conjunto com as delegacias especializadas e municipais, promoveu ações como fiscalizações em pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes – rodovias, perímetro urbano, casas noturnas, bares, postos de combustíveis.

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Na capital, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher realizou a Operação Luísa Mahin, para cumprir 13 ordens judiciais, entre prisão e buscas, contra autores de violência domésticas que utilizaram armas de fogo para ameaçar suas companheiras.

Também foram cumpridos mandados de prisão contra agressores que descumpriram medidas protetivas de urgência. Foram apreendidas cinco armas de fogo, munições e aparelhos celulares.

Já na região da fronteira do estado, a Polícia Civil concentrou esforços investigativos na Operação Reset, realizada no dia 27 de maio. Com apoio do Ministério Público Estadual e Polícia Militar, foram cumpridas 64 ordens judiciais de busca e apreensão em 10 cidades da região. A operação teve como alvos, integrantes de facções criminosas envolvidos em crimes como o tráfico de drogas, tortura e homicídios.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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