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Autor de estupro de vulnerável em Cáceres é preso pela Polícia Civil após ser localizado no Maranhão

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Um homem considerado foragido da Justiça por crime de estupro de vulnerável praticado contra uma menina de apenas 11 anos de idade, no município de Cáceres, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (16.12), após ser localizado no estado do Maranhão.

O procurado de 43 anos teve o mandado de prisão preventiva decretado pela Segunda Vara Criminal de Cáceres no ano de 2016 e teve a ordem judicial cumprida no município de Buriti Bravo (MA), após troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Maranhão.

Segundo a investigação, o suspeito era vizinho da vítima e aproveitou o momento em que a menina saiu de casa para pegar roupa no varal, para arrastá-la para sua residência, que ficava no mesmo terreno e onde praticou o abuso. Após o fato, o suspeito deixou a casa, dizendo que fugiria para a Bolívia.

A prisão ocorreu em um trabalho conjunto da equipe de policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres, Delegacia Regional e Núcleo de Inteligência, que repassou informações para a Polícia Civil e Guarda Municipal da cidade de Buriti Bravo.

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Com base nos levantamentos, as equipes policiais realizaram diligências no município, conseguindo localizar e dar cumprimento ao mandado de prisão do suspeito, que era considerado foragido da Justiça. Ele foi conduzido para a Delegacia de Buriti Bravo para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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