MATO GROSSO

Batalhão Ambiental fecha área ilegal de mineradora e aplica multa de R$ 188 mil

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Equipes do Batalhão Ambiental da Polícia Militar fecharam uma área ilegal de uma mineradora, na zona rural do município de Nossa Senhora do Livramento. O local foi denunciado por fazer um desvio irregular de um córrego. A proprietária do empreendimento, de 54 anos, foi conduzida e recebeu multa de R$ 188 mil.

Na ocorrência, registrada na última terça-feira (28.1), as equipes policiais foram acionadas para verificar uma denúncia sobre uma empresa de mineração que havia construído barreiras ilegais em uma área que impedia o curso natural de um córrego, e que atravessa outras propriedades vizinhas, desaguando no Pantanal mato-grossense.

No local, os policiais constataram a ilegalidade e viram que a propriedade vizinha estava alagada, devido ao represamento da água. Os militares entraram em contato com a proprietário do local, que afirmou que as barreiras teriam sido construídas com autorizações dos vizinhos.

Diante da situação, a suspeita foi conduzida pelos policiais até a sede da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), para demais esclarecimentos.

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O empreendimento e a proprietária foram multados em R$ 188 mil pelo crime ambiental. O caso está sendo investigado pela Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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