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Batalhão Ambiental prende homem com arma de fogo e 35 munições em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão Ambiental prenderam um homem de 31 anos por caça ilegal a animais silvestres e porte ilegal de arma, na noite desta quinta-feira (13.10), na zona rural de Cuiabá. Com o suspeito foi apreendido uma arma, munições e localizada uma lebre abatida durante a caça.

Por volta de 20h40, durante uma barreira montada na região do Cinturão Verde, a equipe do Batalhão Ambiental realizou abordagem a um veículo Crossfox de cor branca, conduzido por um homem.

Os policiais militares realizaram vistoria no carro e localizaram uma arma de fogo do tipo rifle calibre .22 com capacidade de 10 tiros. Ainda no veículo, também foi encontrada uma lebre abatida, que estava sobre o banco passageiro. Questionado, o suspeito afirmou que a arma de fogo era de sua propriedade e que o animal teria sido morto por ele, enquanto transitava pela estrada.

Em continuidade a busca veicular, foram encontrados outros objetos como um binóculo, uma rede, vestimentas camufladas, um supressor de ruído e 38 munições para a arma de fogo localizada.

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Na sequência, o suspeito foi informado sobre os crimes cometidos e recebeu voz de prisão, sendo encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá, junto com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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