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Batalhão de Trânsito registra 697 infrações e prende 11 pessoas durante feriado prolongado em MT

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O Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar (BPMTran) registrou 697 Autos de Infrações de Trânsito (AIT) durante a Operação Corpo de Cristo, realizada entre os dias 29 de maio e 02 de junho, nas principais rodovias estaduais de Mato Grosso. No período, 11 pessoas foram presas em flagrante, sendo oito por embriaguez ao volante.

Ao todo, a equipe do BPMTran abordou 1.050 veículos e aplicou 195 testes de etilômetro, que resultaram em 21 infrações por alcoolemia (Art. 165) e oito prisões em flagrante. Ainda entre as principais infrações aplicadas pelo Batalhão, 165 foram por licenciamento atrasado de veículo (Art. 230); 161 por não uso de cinto de segurança (Art. 167); e 95 infrações por conduzir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (Art. 162).

Também foram registradas infrações por uso de celular ao volante, ultrapassagem irregular, escapamento indevido e falta de itens obrigatórios no veículo. Entre as medidas adotadas, 20 veículos foram removidos por irregularidades diversas.

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O policiamento foi realizado com pontos de bloqueio e barreiras nas rodovias: MT-010 (que liga Cuiabá à Acorizal); MT-040 (entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger); MT-251 (que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães); MT-351 (que dá acesso ao Manso); e MT-444 (Rodovia Mário Andreazza), MT-100 (no trecho de Barra do Garças a Pontal do Araguaia); MT-130 (entre Rondonópolis e Primavera do Leste); MT-170 (Juína e Castanheira); e MT-242 (entre Sorriso e Ipiranga do Norte).

Ainda entre as ações ostensivas realizadas pelo BPMTran, dois veículos foram recuperados pela unidade e mais três pessoas foram presas pelos crimes. Nenhum acidente foi registrado nas rodovias onde ocorreram a fiscalização do Batalhão de Trânsito.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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