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Batalhão de Trânsito registrou 829 infrações no feriado prolongado em MT

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O Batalhão de Polícia Militar Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) registrou 829 Autos de Infração no Trânsito durante a Operação Independência, que encerrou neste domingo (10.09), nas principais rodovias estaduais. Durante a operação, 37 motoristas foram presos por embriaguez ao volante.

As ações foram realizadas nas rodovias que passam pela baixada cuiabana: Helder Cândia (MT-010); Palmiro Paes de Barros (MT-040); no entroncamento entre Primavera do Leste e Rondonópolis (MT-130); e Emanuel Pinheiro (MT-251), além das principais vias urbanas de toda a Região Metropolitana de Cuiabá.

Ao todo, 1.215 veículos foram abordados, 673 testes de etilômetro realizados e 51 pontos de bloqueio e barreiras montados. Os militares contabilizaram 481 Autos de Infração no Trânsito no perímetro urbano e 348 no perímetro rodoviário, seja por dirigir sob influência de álcool, não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou por transporte irregular de criança. As infrações também foram registradas por ultrapassagens em locais proibidos, uso indevido de celular e não utilizar cinto de segurança, além de outras irregularidades flagradas.

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Das prisões efetuadas, 37 motoristas foram conduzidos por embriaguez ao volante, um por tráfico de drogas e outro por porte ilegal de arma de fogo.

Durante a operação, o BPMTran também atendeu um acidente de trânsito na MT-251.

O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, avaliou como positivo o resultado da operação, que teve início na última quarta-feira (06.09), em decorrência do feriado de Independência do Brasil – 7 de Setembro.

No período, a PM realizou policiamento ostensivo geral a pé, motorizada e montada, em lugares urbanos e de forma escalonada, visando manter a ordem pública e garantir a segurança.

“É sempre importante ter respeito às regras de trânsito, pois os principais causadores de acidentes são o excesso de velocidade, ultrapassagens em locais proibidos e consumo de bebidas alcoólicas. Para isso, o Batalhão realizou uma intensa fiscalização nas rodovias estaduais para garantir a ordem pública e salvar vidas”, afirmou o comandante do Batalhão, tenente-coronel Adão César.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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