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Batalhão Fazendário prende homem que transportava 40 toneladas de milho sem nota fiscal

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Policiais militares do Batalhão Fazendário e do 1º Pelotão de Ribeirão Cascalheira prenderam, em flagrante, um homem de 31 anos, suspeito de crime contra ordem tributária e porte ilegal de arma, na madrugada desta quarta-feira (15.02). Ele foi flagrado transportando 40 toneladas de milho sem nota fiscal.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes faziam abordagens rotineiras a veículos de carga na BR-158, no município de Ribeirão Cascalheira, quando, durante a fiscalização, encontraram com um motorista uma arma de fogo do tipo pistola, calibre 9mm, com dois carregadores e 21 munições. 

Questionado sobre a arma, o suspeito relatou ser um CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), mas não apresentou documentação que autorizava o porte da pistola.

O motorista também foi perguntado sobre que tipo de carga estaria transportando, e afirmou que se tratava de 40 toneladas de milho. Ele também confessou que não teria a nota fiscal de origem dos grãos. Segundo o suspeito, a carga saiu da cidade de Querência e tinha como destino o município de Mozarlândia, em Goiás. 

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Diante da situação, foi dada voz de prisão ao motorista, que foi encaminhado para a Delegacia de Ribeirão Cascalheira para registro do boletim de ocorrência.

O suspeito e a carga apreendida ficaram à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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