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Bombeiros combatem incêndio em carreta na BR-364 em Alta Garças

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada de segunda-feira (15.6), um incêndio em uma carreta na BR-364, nas proximidades do km 35, no município de Alto Garças (a 360 km de Cuiabá).

A equipe do 1° Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada via telefone funcional durante a madrugada. Segundo informações iniciais, uma carreta graneleira carregada com milho apresentou princípio de incêndio na região do eixo da roda traseira.

Ao chegar ao local, a equipe iniciou imediatamente o combate direto às chamas. A ação rápida dos militares permitiu a extinção do incêndio e evitou que o fogo se alastrasse para outras partes do veículo ou atingisse a carga transportada.

Em seguida, foi realizado o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes. Apesar da situação, ninguém ficou ferido. A ocorrência contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuou na sinalização e controle do fluxo da via. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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