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Bombeiros militares extinguem incêndio em apartamento em nova Mutum

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã desta terça-feira (18.3), um incêndio em um apartamento de um prédio localizado no bairro Belo Vista, em Nova Mutum ( a 244,3 km de Cuiabá). Ninguém ficou ferido.

A equipe da 5ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (5ªCIBM) foi acionada por volta das 6h25, após um chamado de vizinhos do apartamento. Imediatamente, duas viaturas foram enviadas para o atendimento da ocorrência.

No local, os bombeiros constataram que o incêndio estava concentrado em um apartamento no 4º andar, e que sua causa provável foi um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado. Como havia um sofá logo abaixo do equipamento, as chamas se propagaram rapidamente, gerando uma grande quantidade de fumaça.

Os militares iniciaram imediatamente o combate direto às chamas, dando continuidade ao trabalho dos vizinhos, que haviam utilizado extintores para tentar conter a propagação do fogo no início. A ação coordenada possibilitou a extinção rápida do incêndio.

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Além do combate às chamas, os bombeiros prestaram atendimento ao morador do apartamento, que estava dormindo e acordou devido à fumaça. Ele foi atendido no local e, devido à inalação de fumaça, foi encaminhado ao hospital para receber os devidos cuidados médicos.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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