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Bombeiros militares resgatam ave socó-boi que estava presa em ar-condicionado

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) efetuou nesta segunda-feira (16.3) o resgate de uma ave socó-boi que estava presa em um aparelho de ar condicionado nas dependências de uma empresa de revenda de carros, localizada na região central de Alto Araguaia (422 km de Cuiabá).

Após receber o chamado, uma equipe do 1º Núcleo de Bombeiro Militar (1º NBM) se deslocou ao local, e ao chegar, constatou que o animal estava preso na estrutura do equipamento, sendo necessário realizar uma intervenção cuidadosa para evitar ferimentos à ave.

Utilizando técnicas adequadas de manejo de fauna, os militares realizaram a captura segura do animal, que foi avaliado e não sendo constatado nenhum tipo de ferimento foi transportado até um local adequado onde foi solto novamente em seu habitat natural.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193, solicitando auxílio. Em nenhuma hipótese deve tentar capturar o animal por conta própria.

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Socó-boi

Mede entre 66 e 76 centímetros de comprimento e pesa cerca de 840 gramas. A plumagem adulta é idêntica para ambos os sexos e é adquirida aos dois anos de idade, caracterizando-se pelo pescoço castanho com uma faixa branca vertical na frente e manto pardo-acinzentado, manchado de acanelado, possui um bico bastante longo.

Alimenta-se de quase tudo que encontra, crustáceos, répteis, anfíbios, peixes e insetos. Captura suas presas andando vagarosamente, em águas rasas ou pântanos no interior da floresta. Oculto na densa vegetação, espreita peixes e outros organismos aquáticos ficando em total imobilidade nas margens.

Vive em áreas úmidas, como brejos, pântanos e veredas e também regiões florestais. Costuma esconder-se na vegetação ribeirinha.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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