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Bombeiros resgatam gavião-carijó ferido em Campo Verde

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na sexta-feira (31.10), um gavião-carijó ferido que havia se abrigado dentro de um veículo no bairro Chácara das Uvas, em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá). A ação teve como objetivo garantir a segurança e o bem-estar do animal, que apresentava sinais de ferimento.

A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada pelo proprietário do veículo, que relatou que a ave se machucou ao colidir com a parede de sua residência e, em seguida, buscou abrigo no automóvel.

No local, os bombeiros militares encontraram o animal com um ferimento na asa esquerda. Para realizar o resgate com segurança, foi utilizada uma caixa de contenção. Após o procedimento, o gavião-carijó foi encaminhado a um hospital veterinário, onde recebeu os cuidados necessários.

O gavião-carijó (Rupornis magnirostris) é uma ave de rapina de médio porte, comum em áreas urbanas e rurais, conhecida por auxiliar no controle de pequenos roedores e insetos.

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Espécie adaptável e importante para o equilíbrio ambiental, muitas vezes acaba se envolvendo em acidentes ao sobrevoar regiões habitadas. Por isso, o CBMMT ressalta que, ao avistar qualquer animal silvestre ferido ou em situação de risco, a população não deve tentar capturá-lo por conta própria. O ideal é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193, para que o resgate seja feito com segurança, evitando ferimentos tanto aos animais quanto às pessoas envolvidas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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