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Bombeiros usam cão de busca e localizam corpo enterrado em Diamantino

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na quinta-feira (7.5), o corpo de um homem que estava desaparecido há cerca de um mês em Diamantino (a 183 km de Cuiabá). A ação foi realizada em apoio à Polícia Judiciária Civil.

A equipe de Operações com Cães do 5º Batalhão Bombeiro Militar (5º BMM) atuava nas buscas por um jovem de 21 anos e já havia participado de duas operações anteriores relacionadas ao caso. Com o avanço das investigações da Polícia Civil, novas varreduras foram realizadas em diferentes pontos de interesse nesta quinta-feira.

Ao longo das buscas, por volta das 11h30, os cães farejadores sinalizaram um ponto específico em uma área de plantação de eucaliptos. Durante a escavação, os militares encontraram um cadáver enterrado a cerca de um metro de profundidade.

Após a localização do corpo, a área foi isolada e ficou sob responsabilidade da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que darão sequência aos procedimentos legais cabíveis. Não há informações sobre as circunstâncias da morte.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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