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Câmeras do Vigia Mais MT ajudam na prisão de casal faccionado por tráfico de drogas

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O programa Vigia Mais MT auxiliou a Polícia Militar na prisão de um casal faccionado e na apreensão de drogas, nesta segunda-feira (20.10), em Sorriso (397 km de Cuiabá). Na mesma ocorrência, a equipe ainda apreendeu uma motocicleta com queixa de roubo.

Após um homem ser flagrado pelas câmeras em ato suspeito no bairro São Domingos, uma equipe do 12ª Batalhão da PM foi acionada para atender a ocorrência. No local, os policiais abordaram o suspeito que tentou quebrar o celular.

Em revista pessoal, o policial encontrou uma porção de pasta base e uma quantia de dinheiro trocado caracterizando o tráfico de drogas.

Na residência do criminoso, onde estava uma menor de 17 anos, foram encontradas outras porções de pasta base além de meio tablete de maconha, que estavam distribuídos em diversos pontos da casa, na cozinha e escondidos em baixo do colchão e numa bolsa de fraldas.

No local, os policiais ainda encontraram uma motocicleta Biz Vermelha, sem placa, com queixa de roubo. Após checagem, a equipe confirmou que se tratava de um veículo envolvido no latrocínio ocorrido próximo ao rio Teles Pires, investigado pela Polícia Civil.

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Diante dos fatos, o suspeito, de 24 anos, foi preso, e uma menor, de 17 anos, foi apreendida e encaminhada à Delegacia de Polícia, juntamente com os entorpecentes e a motocicleta, onde ficaram à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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