MATO GROSSO

Caminhão da SES contra a tuberculose atende em Água Boa

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A unidade móvel de prevenção à tuberculose, adquirida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em 2021 em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), vai atender 625 reeducandos da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva, em Água Boa, até o dia 24 de maio. O projeto tem o objetivo de auxiliar no diagnóstico precoce da doença nas penitenciárias de Mato Grosso.

“O atendimento do Caminhão da Tuberculose às Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) é uma ação estratégica essencial. Ele permite o diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento dentro dos presídios, onde há maior risco de transmissão da doença. Essa iniciativa protege a saúde dos internos, dos profissionais do sistema prisional e da comunidade como um todo”, explicou o assessor especial da SES, Diógenes Marcondes.

Segundo a responsável técnica pela unidade móvel, Andreia Ferreira, o caminhão tem capacidade para atender 80 pessoas por dia, mas a quantidade diária é determinada pela direção da unidade prisional.

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“O reeducando é acompanhado por um policial penal até o veículo para a realização dos exames. Caso dê positivo para tuberculose ou outra infecção, o tratamento é realizado na própria penitenciária quando esta dispõe de uma equipe de saúde ou então pela Unidade Básica de Saúde (UBS) do município”, destacou Andreia.

Desde dezembro de 2021, o projeto já atendeu 9.266 reeducandos e servidores do sistema penitenciário do Estado, com 152 casos positivos para tuberculose, todos devidamente notificados e encaminhados para tratamento. O número de atendimentos pela unidade aumentou 16,88% de 2023 para 2024, passando de 3.772 para 4.409. Em 2025, já foram realizados 1.085 atendimentos.

De 26 de maio a 7 de junho, o caminhão vai atender os reeducandos das unidades prisionais de Cuiabá e de Várzea Grande em ação de cidadania da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Sinappen).

O veículo possui uma tecnologia de ponta, com equipamentos laboratoriais e de imagem, e realiza exames de raio-X de tórax e coletas de escarro (catarro) para análise em laboratório, o que possibilita o diagnóstico no momento do atendimento.

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A equipe do caminhão é composta por biomédico, técnico de raio-x, coordenadora, médica radiologista (do programa Saúde Digital) e dois motoristas.

A unidade móvel passou por presídios em Água Boa, Alto Araguaia, Araputanga, Barra do Garças, Cáceres, Comodoro, Cuiabá, Jaciara, Mirassol d’Oeste, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis e Várzea Grande.

Sobre a doença

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. Ela afeta prioritariamente os pulmões (forma pulmonar), embora possa acometer outros órgãos e/ou sistemas.

A forma extrapulmonar, que afeta outros órgãos que não o pulmão, ocorre mais frequentemente em pessoas vivendo com HIV, especialmente aquelas com comprometimento imunológico. É uma infecção que pode ser prevenida e curada, mas ainda prevalece em condições de pobreza e contribui para perpetuação da desigualdade social.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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