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Campeonato estadual de miniatletismo ocorre neste domingo (23) no COT da UFMT

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Neste domingo (23.10), crianças de até 12 anos participam do Campeonato Estadual de Miniatletismo 2022, que ocorre no Centro Olímpico de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. 

Promovido pela Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT) com o incentivo financeiro da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o evento traz um novo conceito de atletismo, desenvolvido de acordo com as necessidades infantis.

Segundo o presidente da FAMT, Tomires Campos Lopes, a nova configuração é diferente por se basear em atividades consideradas apropriadas às crianças e não seguir o modelo das competições de adultos.

“Será um evento bem lúdico com caráter específico para a criançada, em que as provas serão feitas em equipes. Em vez daquelas provas tradicionais do atletismo, teremos atividades que buscam uma apropriação das habilidades básicas do ser humano que são usadas no atletismo: andar, correr, saltar e arremessar”.

Tomires explica ainda que o trabalho em equipe é o princípio básico do Miniatletismo. Desenvolvido pelo órgão que gere o atletismo em nível mundial, a World Athletics (antiga Associação Internacional de Federações de Atletismo), o novo conceito permite que todas as crianças da equipe sejam valorizadas e deem sua contribuição para o resultado coletivo. 

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“O fato de ser disputado em equipe torna o evento diferente dos outros. No miniatletismo, as crianças competem em grupos para marcar pontos e todos contribuem nas provas, um modelo de esporte mais atraente e acessível que pode, inclusive, ser levado às escolas”, destaca Tomires.

Pioneiro no país enquanto competição estadual, o Campeonato de Miniatletismo em Mato Grosso deve entrar como um dos critérios para concessão da Bolsa Atleta às categorias de Base, benefício oferecido pela Secel-MT por meio do projeto Olimpus.

“Estamos felizes em fomentar aqui no Estado um movimento de vanguarda no país.  No mês em que celebramos o Dia das Crianças, o campeonato traz uma proposta que une festividade, brincadeira, integração e fortalecimento das práticas esportivas. Com certeza, será um sucesso”, reforça o titular da Secel-MT, Jefferson Carvalho Neves.

O evento terá início às 8h e contará com a participação de equipes de clubes federados do Estado e de escolas públicas e privadas da Baixada Cuiabana. 

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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