MATO GROSSO

Caravana da Secel vai à região do Araguaia para dialogar com gestores e trabalhadores dos setores cultural e esportivo

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O município de Confresa (a mais de 1 mil km de Cuiabá) abre a sexta rota da caravana Fluxo realizada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) para dialogar com representantes de cada região visitada.

De 11 a 17 de junho, as equipes se encontram com gestores municipais e trabalhadores dos setores cultural e esportivo da região do Araguaia. Além de Confresa, os encontros ocorrem nas cidades de São Felix do Araguaia, Querência, Ribeirão Cascalheira, Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças.

As atividades estão abertas para participação também dos representantes dos demais municípios da região. Confira abaixo a programação e os locais das reuniões:

Confresa: quarta (11), às 18h, na Câmara Municipal

São Félix do Araguaia: quinta (12), às 15h, no Centro Comunitário Tia Irene

Querência: sexta (13), às 18h, no Espaço Cultural Fonte do Aprendiz

Ribeirão Cascalheira: sábado (14), às 9h30, na Câmara Municipal

Água Boa: segunda (16), às 9h, na Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica

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Nova Xavantina: segunda (16), às 18h30, na Câmara Municipal

Barra do Garças: terça (17), às 18h30, no Centro cultural Valdon Varjão

A caravana Fluxo

A caravana Fluxo é formada por servidores das áreas de cultura, esporte e administração sistêmica da Secel, que apresentam informações e tiram dúvidas dos gestores municipais e trabalhadores dos setores cultural e esportivo de Mato Grosso.

Entre os temas tratados estão convênios, editais, obras, economia criativa, patrimônio histórico, programas Pontos de Esporte e Lazer e OlimpusMT. A caravana também busca fortalecer o Sistema Estadual de Cultura e instruir sobre a implantação do Conselho, Plano e Fundo nos municípios, que é chamado CPF da Cultura.

O Conselho Estadual de Cultura de Mato Grosso é parceiro da iniciativa, integrando a comitiva e levando orientações sobre participação social e o papel do órgão consultivo nas instâncias municipais.

De março até agora, a caravana Fluxo já percorreu outras cinco regiões do Estado, visitando 36 municípios. Com as mesmas divisões regionais do Conselho Estadual de Cultura, as regiões levam nomes dos rios que banham as cidades, sendo: Territórios Teles Pires, Cuiabá, Vermelho, Juruena e Paraguai-Guaporé.

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Nesta sexta e última rota, a comitiva vai até o Território Araguaia, realizando reuniões em mais sete municípios.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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