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Cartilha orienta jornalistas sobre combate às mentiras nas eleições

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A Justiça Eleitoral lança uma campanha informativa para auxiliar no enfrentamento das mentiras nas Eleições Municipais de 2024. Com o mote “Jornalismo é confiável, fala nossa língua, protege da desinformação e fortalece a democracia”, a iniciativa conta com uma cartilha em formato playbook para jornalistas. A linguagem foi adaptada para atender às diferentes regiões do país e alcançar um público mais amplo.

A campanha foi lançada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), nesta terça-feira (06.08), na sede do Tribunal, em Brasília (DF). Com o slogan “A mentira destrói seu voto”, a campanha também foi realizada em parceria com outras 11 associações e instituições relacionadas ao jornalismo profissional. São elas: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert); Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji); Agência Lupa; Associação de Jornalismo Digital (Ajor); Alright; Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner); Associação Nacional de Jornais (ANJ); Aos Fatos; Coar; Instituto Palavra Aberta; Projeto Comprova; Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor).

“Agradeço aos integrantes das áreas do conhecimento e, especialmente, ao jornalismo responsável, independente e forte do Brasil, que tem segurado, com tanta frequência e com tanto empenho, a democracia no país, como foi nas últimas eleições de 2018, 2020 e 2022”, afirmou a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ao lançar a iniciativa.

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O papel da imprensa no combate à desinformação tem sido destacado pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, que, inclusive, reforçou isso nas reuniões preparatórias para as Eleições Municipais de 2024, realizadas nos polos regionais do estado. “Temos orientado os juízes e juízas das Zonas Eleitorais, que efetivamente tocam as eleições, sobre a importância de atenderem a imprensa e levarem informação de qualidade para a sociedade, mostrando que o pleito é realizado de forma transparente e que não há espaço para mentiras”.

A diretora-executiva da Aner, Regina Bucco, destacou a importância do desafio proposto pela ministra do TSE, que se transformou em “missão”. De acordo com ela, “para combater a mentira, é preciso coragem”. “Sabemos que criar uma mentira é muito barato e desmenti-la é muito caro”, declarou a diretora, ao agradecer a contribuição das entidades no projeto.

Cartilha para jornalistas

A cartilha Como Funciona o TSE para os Jornalistas detalha o funcionamento do Tribunal durante o processo eleitoral, com o objetivo de auxiliar os profissionais de imprensa na cobertura do pleito. Explica o sistema de tramitação de processos e de julgamentos e o papel do TSE nas eleições, além dos sistemas usados para garantir a organização, a transparência e a segurança do processo.

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A publicação também elenca as principais decisões recentes do TSE que regulamentam aspectos específicos da legislação eleitoral, como a fraude à cota de gênero, as regras para o uso de inteligência artificial e a proibição de conteúdos manipulados na propaganda eleitoral. Além disso, aborda as ações do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação (PPED), criado em 2019, para minimizar os efeitos das notícias falsas sobre as urnas eletrônicas.

Jornalista: Nara Assis

(Com informações do TSE)

#PraTodosVerem: Foto com fundo de um local em que aparece parte de um elevador e de uma porta branca. Em destaque, à frente, tem uma mão que segura um aparelho celular com a imagem da campanha “A mentira destrói seu voto” na tela.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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