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Centro Estadual de Cidadania facilita acesso a serviços e realiza mais de 155 mil atendimentos

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O Centro Estadual de Cidadania (CEC), gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), encerrou o ano de 2025 com um total de 155.698 atendimentos à população. Do total, 22.191 foram atendimentos exclusivamente preferenciais, voltados a idosos, pessoas com deficiência, gestantes, lactantes e outros públicos prioritários. A unidade, localizada no Várzea Grande Shopping, reúne serviços públicos em um só espaço físico, a fim de facilitar o acesso para a população várzea-grandense.

Ao longo do ano, o CEC concentrou serviços essenciais em um único espaço, garantindo mais agilidade, comodidade e acesso à cidadania. Entre os atendimentos realizados, destacam-se os serviços do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), com 85.288 atendimentos, seguido pelos atendimentos e informações gerais da Setasc, que somaram 37.440 registros.

Também foram contabilizados 15.723 atendimentos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT), 11.381 do Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), 3.221 do Procon-MT, 1.754 do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, além de 891 atendimentos de serviços de cidadania, como orientações diversas e encaminhamentos sociais.

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Usuários que passaram pelo CEC ao longo do ano reforçam a importância do espaço para o acesso rápido aos serviços. O estudante e trabalhador Adrian Cândido, morador do bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande, buscou atendimento para a emissão da carteira de identidade e elogiou a agilidade.

“Vim fazer a identidade e o atendimento foi rápido, não demorou muito e foi ótimo. Recomendo para a população. É muito importante ter esse serviço perto, dentro do shopping, porque o outro posto fica longe e não é fácil de chegar. Assim a gente ganha tempo”, afirmou.

Para o secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes, os números refletem o compromisso do Governo de Mato Grosso com a descentralização e a humanização dos serviços públicos.

“O Centro Estadual de Cidadania é um espaço que aproxima o Estado da população. Reunir diferentes órgãos em um só local garante economia de tempo, dignidade no atendimento e mais eficiência na prestação dos serviços. Os mais de 155 mil atendimentos realizados em 2025 demonstram que estamos no caminho certo, especialmente ao priorizar quem mais precisa”, destacou o secretário.

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Acesso facilitado à cidadania

Com estrutura moderna e localização estratégica, o Centro Estadual de Cidadania se consolida como referência no atendimento integrado à população, oferecendo serviços fundamentais de documentação, defesa do consumidor, emprego, segurança e assistência social.

O balanço de 2025 reforça o papel do CEC como um espaço que promove cidadania, inclusão social e respeito ao cidadão, alinhado às diretrizes do Governo de Mato Grosso de ampliar o acesso aos serviços públicos e fortalecer políticas sociais em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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