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Centro Estadual de Cidadania realizou mais de 130 mil atendimentos em 2022

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O Centro Estadual de Cidadania em Várzea Grande, unidade vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), realizou 132.772 atendimentos aos moradores da cidade, em 2022, nos mais diversos serviços públicos.

Em funcionamento desde 2017, o CEC oferta serviços do Detran; da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz); do órgão de Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon); do Sistema Nacional de Emprengo de Mato Grosso (Sine-MT); e da própria Setasc-MT, que são relacionados aos programas sociais de assistência às pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social, e de ações de Cidadania e de vacinação, serviço este executado pela secretaria municipal de Saúde de Várzea Grande, até este ano.

O Detran foi o órgão com maior quantidade de atendimentos, 78.269 no total; a Setasc realizou 32.537 atendimentos; o Sine com 13.293; a Sefaz teve 6.454 e o Procon com 2.219 registros.

Em 2020, o CEC registrou 74.266 atendimentos e em 2021 foram 77.660. O Centro Estadual de Cidadania funciona dentro do Shopping de Várzea Grande, de segunda a sexta-feira.

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De acordo com a secretária adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, Rosineide Porcionato da Silva, o aumento de atendimentos em 2022 é o reflexo do controle maior da pandemia da Covid-19. “O Centro Estadual de Cidadania tem se mostrado necessário aos moradores de Várzea Grande, portanto, para o próximo ano a Setasc vai buscar mais parcerias para ofertar o maior número possível de serviços públicos concentrados em um só espaço, sempre primando pelo bom atendimento aos usuários que por ali passam”, destacou.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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