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CGE conclui programação da Semana de Ouvidoria com foco em transparência e melhoria dos serviços

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A Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) encerrou, na quarta-feira (1º.4), a programação da Semana de Ouvidoria e Transparência, cujo tema deste ano foi “Ouvidoria Governamental e Melhoria do Cotidiano do Cidadão”, com a capacitação “Rotinas de Ouvidoria e Fale Cidadão 2.0”. A atividade reuniu ouvidores dos órgãos e entidades do Governo de Mato Grosso e teve como foco o aprimoramento do uso do sistema e a qualificação do atendimento ao cidadão.

No período da manhã, a coordenadora de Ouvidoria e Transparência da CGE, Aline Landini, e o auditor Marcos Fujimura apresentaram o passo a passo do sistema Fale Cidadão 2.0, além de esclarecer dúvidas práticas dos participantes, como o correto registro de manifestações, incluindo denúncias anônimas e identificadas.

Já no período da tarde, a capacitação abordou a Instrução Normativa nº 01/2026, que trata das rotinas, fluxos e procedimentos das ouvidorias estaduais. A capacitação marcou o encerramento das ações realizadas ao longo da semana, voltadas ao fortalecimento da Rede de Ouvidoria e à melhoria dos serviços públicos.

A programação teve início na segunda-feira (30.3), no Laboratório Central de Inovações em Práticas Públicas (LabSin), com a Oficina de Experiência do Usuário e Desenvolvimento de Soluções. Conduzida pelos facilitadores Alessandra Oliveira e Rosberg Bozzeto, a atividade promoveu reflexões sobre desafios do cotidiano e incentivou a construção de soluções mais eficazes, com foco no cidadão.

“A oficina convida os participantes a analisarem situações reais do dia a dia e pensarem em soluções de forma mais criativa, sempre com o usuário no centro. É para ele que trabalhamos”, destacou a gerente do LabSin, Alessandra Oliveira.

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Na abertura da semana, o coordenador de Participação Social da CGE, Vilson Nery, ressaltou a importância da iniciativa como espaço de integração e fortalecimento das ouvidorias. “A Semana de Ouvidoria e Transparência é um momento de diálogo e troca de experiências. A ouvidoria é o elo entre o cidadão e o Estado, e investir na qualificação dos profissionais fortalece esse papel e melhora a resposta à população”, afirmou.

Já na terça-feira (31.3), a agenda incluiu o lançamento de novas ferramentas voltadas à transparência e ao acesso à informação, além de palestras com especialistas e reuniões técnicas entre os ouvidores para alinhamento de práticas e estratégias.

Balanço positivo

Ao final da programação, os participantes fizeram um balanço positivo da Semana de Ouvidoria e Transparência, destacando o aprendizado, a troca de experiências e o fortalecimento do trabalho desenvolvido nas unidades.

O ouvidor setorial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Paulo Eduardo Molina, destacou que a oficina realizada na segunda-feira trouxe reflexões importantes para o atendimento ao cidadão.

“O maior aprendizado é reforçar nosso compromisso com o cidadão, que é o principal beneficiário do nosso trabalho. Precisamos garantir acesso e respostas dentro do prazo e com qualidade. Cada capacitação contribui para nos tornar servidores mais preparados e eficientes”, afirmou.

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Já a ouvidora do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Débora Moraes, avaliou de forma positiva as atividades, especialmente o lançamento do Fale Cidadão 2.0 e os debates sobre legislação.

“O novo sistema traz mais agilidade e organização para o nosso trabalho. As palestras sobre a Lei de Acesso à Informação e a Lei Geral de Proteção de Dados foram muito importantes, pois ajudam a entender como essas normas se complementam no dia a dia da ouvidoria”, destacou.

A ouvidora do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem), Larissa Rafaela de Figueiredo, ressaltou a importância da semana para a atualização dos profissionais.

“Muitas vezes, ficamos focados na realidade do nosso órgão. Esses encontros ampliam nossa visão, trazem atualizações e nos ajudam a melhorar o atendimento. A capacitação é essencial para que possamos atender ao cidadão com mais segurança e qualidade”, disse.

Valorização das ouvidorias

A Semana de Ouvidoria e Transparência reforça o compromisso da CGE-MT com a melhoria dos serviços públicos, a valorização das ouvidorias e o fortalecimento da participação social.

“Encerramos a Semana de Ouvidoria e Transparência com um saldo muito positivo. Foram dias de aprendizado, troca de experiências e avanços importantes que fortalecem o trabalho das ouvidorias e melhoram o atendimento ao cidadão”, finalizou a secretária adjunta de Ouvidoria-Geral e Transparência da CGE, Karen Oldoni.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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