MATO GROSSO

CGE promove debate sobre avanços na ouvidoria e transparência

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) realizou, nesta quarta-feira (02.4), o 2º Encontro de Ouvidoria e Transparência, reunindo especialistas renomados para debater boas práticas na gestão pública. O evento contou com a participação de Renato Morgado, Arllon Viçoso, Maria Fernanda Oliveira e Cynthia Lemos, que trouxeram suas experiências e conhecimentos sobre o fortalecimento da transparência e governança.

O secretário Controlador-Geral do Estado, Paulo Farias, abriu o encontro destacando a importância da transparência na administração pública e mencionou o projeto ‘Estudante Cidadão do Futuro’, iniciativa que busca formar jovens mais éticos e participativos e que será implementada pela CGE este ano. “Queremos levar o conceito de integridade para os estudantes da rede pública estadual, preparando cidadãos conscientes e comprometidos com a ética”, afirmou.

Durante o evento, foi realizada a entrega do Selo de Ouvidoria e Transparência 2024, reconhecimento concedido a instituições que se destacam na gestão transparente e na promoção da participação social. Em seguida, as palestras tiveram início com Renato Morgado, que ressaltou a importância do acesso à informação para o fortalecimento da democracia e a prevenção da corrupção. “A transparência permite que a população acompanhe e fiscalize as ações do governo”, frisou.

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Na sequência, Arllon Viçoso abordou o papel das ouvidorias na melhoria dos serviços públicos, destacando sua função como canal direto entre cidadãos e governo. “Elas ajudam a resolver problemas e aprimorar o atendimento de forma contínua”, explicou.

Maria Fernanda Oliveira trouxe reflexões sobre a governança de serviços e a necessidade de tornar o atendimento mais acessível e eficiente. “A digitalização, como o agendamento online, economiza tempo e melhora a relação do cidadão com a administração pública”, exemplificou.

Encerrando o ciclo de palestra, Cynthia Lemos destacou os desafios enfrentados pelos ouvidores. “O maior desafio é lidar com a insatisfação do cidadão. É preciso ouvir com atenção, sem se envolver emocionalmente, para encontrar soluções justas e eficientes”, pontuou.

Para Angélica Sarubi, ouvidora setorial da Secretaria de Saúde de Rondonópolis, o evento representou uma grande oportunidade de aprendizado. “Estou há pouco mais de dois meses no cargo e vim buscar conhecimento sobre como lidar com informações, denúncias e elogios. A palestra sobre Desenvolvimento das Potencialidades das Ouvidorias foi a que mais me interessou”, comentou.

O encontro proporcionou um ambiente dinâmico, interativo e promoveu uma troca de experiências e capacitação dos participantes. Com essa iniciativa, a CGE reforça seu compromisso com a transparência e a governança, visando a melhoria contínua dos serviços públicos.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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