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Cinco motoristas são detidos por embriaguez ao volante na MT-251

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Cinco motoristas foram presos por embriaguez ao volante na madrugada deste domingo (6), durante a 77ª edição da Operação Lei Seca, que ocorreu na MT-251, na região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá.

Ao todo, foram emitidos 53 autos de infração, sendo 11 por direção de veículo sob efeito de álcool, cinco por recusa de teste de alcoolemia, três por dirigir sem Carteira Nacioal de Habilitação (CNH), 20 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, e 14 por infrações diversas.

Além dos cinco motoristas detidos por embriaguez ao volante, uma pessoa foi presa por entregar a direção de veículo automotor a uma pessoa não habilitada e outra por falsificação de documento.

Também foram fiscalizados 213 veículos e, destes, 42 foram autuados e 34 apreendidos.

Ao todo, 219 pessoas fizeram teste de bafômetro.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com equipes da Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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