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Ciopaer realiza aperfeiçoamento de técnicas de resgate, salvamento e tiro embarcado em aeronave

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Foi finalizado neste sábado (28.6) o Treinamento Anual Geral do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), vinculado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp), realizado para 70 Operadores Aerotáticos, com o objetivo de aprimorar diversas técnicas aplicadas durante atendimentos de resgate e apoio aéreo em operações policiais.

O treinamento de atividades práticas começou na quarta-feira (25). Foram executadas técnicas como tiro com aeronave em movimento, resgate em áreas de difícil acesso, pouso em área restrita, salvamento aquático e transporte de cargas.

O coordenador do Ciopaer, tenente coronel PM Ernesto Xavier Lima Junior, destacou a importância desse treinamento para aprimoramento de técnicas desenvolvidas diariamente pela equipe, aperfeiçoando o atendimento à população e o apoio às forças de segurança.

“Nossas atividades são de alta complexidade e de alto risco, envolvendo vidas de terceiros e de tripulantes, por isso nossa tropa precisa estar sempre preparada para executar todas as nossas atividades com segurança, experiência e agilidade, prestando o melhor serviço à sociedade”, destacou.

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Treinamento de Técnicas para Transporte de Carga

Dentre as técnicas de resgate aplicadas no treinamento está a técnica McGuire, considerada uma das mais complexas, desenvolvida para resgate de vítimas em ambiente de difícil acesso, onde não é possível o pouso da aeronave e nem mesmo acesso via terrestre.

O investigador de Polícia Felipe Solé, que atuou no resgate de uma vítima utilizando a técnica McGuire em Vila Bela da Santíssima Trindade em 2024, participou do treinamento. Ele destacou que é necessário estar preparado para enfrentar adversidades durante esses atendimentos.

“É uma técnica de alta complexidade que exige do operador aerotático e por isso nós precisamos de treinamento constante para que possamos executá-la com mais segurança e preparo, podendo oferecer atendimento ágil para salvar vidas”, detalhou.

Esse tipo de técnica foi utilizado para resgate do motorista de um caminhão que caiu no Portão do Inferno em 2022. Nessa atividade, dois tripulantes em um helicóptero desceram até a vítima usando rapel, prestaram os primeiros socorros e seguida a imobilizaram em uma maca para que ela fosse içada e levada até um hospital.

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O coordenador do Ciopaer, ainda lembrou que o curso iniciou há dois meses com atividades desenvolvidas em uma plataforma de treinamento aerotática instalado na base do Ciopaer, em Várzea Grande. Um investimento de R$ 1,3 milhões para aperfeiçoar as técnicas desenvolvidas durante os atendimentos do Centro Integrado.

“Essa plataforma permite treinamento diário sem utilização de aeronave de serviço e sem gastos de hora voo ao Estado, economizando dinheiro público. Hoje nossa equipe tem treinamento diário e quando chegamos em atividades externas temos resultados positivos no preparo e na segurança da tripulação”.


Plataforma de Treinamento Aérotático do Ciopaer – Foto: Ciopaer

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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