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Circuito Turístico Pantaneiro encerra temporada e movimenta mais de 7 mil pessoas em Santo Antônio do Leverger

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Mais de sete mil pessoas participaram do Circuito Turístico Pantaneiro, que movimentou a economia de Santo Antônio do Leverger durante cinco finais de semanas, divididos nos meses de julho e agosto. O evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Sua última edição ocorreu neste sábado (17.08), no espaço Seu Que Brilha, para promover o artesanato e a gastronomia local. Foram mais cinco shows regionais, seguindo a tradição do circuito, com entrada gratuita e nomes como a banda Scort Som e o cantor Matheusinho Sucessinho.

Entre o público, estavam moradores dos municípios de Cuiabá, Nortelândia, Cáceres, Juscimeira, Rondonópolis e Várzea Grande, que foram até Leverger prestigiar a cultura pantaneira.

As pousadas, os hotéis e as hospedarias ficaram lotadas na cidade e em todas as comunidades que receberam a festa cultural.

O secretário César Miranda, comentou que a Sedec atua em várias frentes, seja na promoção de grandes investimentos, feiras, até o turismo regional.

“Eventos como esse não apenas promovem a cultura e o turismo local, mas também impulsionam a economia, gerando oportunidades para os negócios locais e fortalecendo a identidade dos mato-grossenses. A Sedec trabalha desde atração de investimentos para feiras internacionais até a promoção do turismo cultural/regional, pois entende a importância de cada peça no desenvolvimento econômico”, explicou o secretário.

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A secretária de Cultura e Turismo do município de Leverger, Quitéria da Costa, pontuou a relevância do evento para a valorização da cultura pantaneira.

“O Circuito Turístico Pantaneiro é uma vitrine para as nossas tradições, reunindo música, gastronomia e artesanato em um ambiente festivo e acolhedor. Nós agradecemos ao Estado que sempre apoia os municípios estimulando a tradição e a nossa economia”, disse.

O organizador do Circuito Turístico Pantaneiro, Wagner Belmiro Teixeira Silva, comemorou o sucesso e o resgate feito por meio dos eventos.

“É uma alegria ver a adesão do público e o envolvimento das comunidades locais. Há cinco anos não fazia-se festa cultural lá na Agrovila/Moquém, e nós levamos esse ano. O Circuito superou expectativas e promoveu um espaço para que as pessoas da região pudessem trabalhar, vendendo sua comida, sua bebida, ajudando na estrutura”, ressaltou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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