MATO GROSSO

Classe artística foi acolhida por Governo de Mato Grosso, afirma professor em podcast

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“Mesmo com toda a dificuldade do período de pandemia, Mauro Mendes foi o governador que mais acolheu a classe artística e teve seus olhos voltados para o setor. Pagando, por exemplo, todos os editais de cultura religiosamente, e tornando-se referência ao ser o estado que mais executou a Lei Aldir Blanc”, afirmou o professor de teatro Flávio Ferreira, em entrevista ao podcast “Conecta Jovem”.

Durante o episódio que foi ao ar nesta quinta-feira (19.01), Ferreira também destacou que a parceria firmada entre a Associação Cultural Cena Onze, a Unemat e Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) fundou a primeira faculdade pública tecnológica em Teatro de Mato Grosso. “Hoje, temos uma faculdade de teatro graças a esse olhar político e sério que o Governo do Estado possui com a classe cultural. Tem aluno que sai da graduação e já vai para o mestrado, doutorado. E artistas de Mato Grosso tem se especializado e ganhado destaque no cenário nacional”, disse.

O ator mato-grossense Romeo Benedicto, que interpretou o Anacleto no remake de “Pantanal” e é muito conhecido em MT pelo seu personagem Totó Bodega, falou sobre a importância de reforçar a identidade do estado em todo o Brasil. “Em matéria de atuação e direção, Mato Grosso não deixa nada a desejar. No meu trabalho, na novela das 21h, quis manter a nossa prosódia e linguajar para que as pessoas conheçam ainda mais o nosso estado e para que os jovens artistas daqui possam ter esperança e acreditar que a gente também pode chegar lá”, comentou.

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O episódio completo do podcast “Conecta Jovem” pode ser conferido nas plataformas do Governo de Estado, no Youtube e no Spotify.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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