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Com 1.500 inscritos, entrega de kits da 4ª Corrida Estadual de Combate ao Trabalho Escravo começa dia 5 de junho

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A 4ª edição da Corrida Estadual de Combate ao Trabalho Escravo promete agitar Cuiabá, reunindo um grande número de participantes, totalizando 1.500 inscritos. A entrega dos kits para os atletas já tem data definida e acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de junho, no segundo piso do Pantanal Shopping, na loja Vértyce Fitness.

No dia 5 os kits poderão ser retirados das 14h às 21h. Nos dias 6 e 7, o atendimento será das 12h às 21h. O material entregue é composto por camiseta, sacola, número de peito e chip de cronometragem, que registra o tempo e a colocação dos corredores. A retirada é pessoal e intransferível, mediante apresentação de documento oficial com foto.

Promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a corrida será realizada no domingo, 8 de junho, no Parque Tia Nair, em Cuiabá. A largada está marcada para às 6h30 da manhã, com um percurso de 5 km ao redor do parque.

Atletas da categoria PCD (Pessoas com Deficiência) também participarão da corrida. Com direito à inscrição gratuita, os atletas dessa categoria devem retirar seus kits no local da prova, apresentando documentos pessoais e comprovante da deficiência.

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A organização recomenda que todos os corredores cheguem ao local com pelo menos 30 minutos de antecedência para garantir uma boa preparação antes da prova.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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