MATO GROSSO

Companhia Ambiental da PM apreende 412 quilos de pescado irregular em Poxoréu

Publicado em

Policiais militares da 2ª Companhia Ambiental apreenderam 412 quilos de pescado irregular, na noite desta sexta-feira (26.12), na zona rural de Poxoréu. Os peixes estavam sendo transportados na carroceria de uma caminhonete, que também foi apreendida.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes estavam em fiscalização pela Operação Piracema na região de Barra do Paraíso, quando encontraram uma caminhonete S10 prata, que transitava em direção a viatura policial.

Os militares se aproximaram para abordagem ao veículo, momento em que o motorista e mais três ocupantes da caminhonete deixaram o automóvel e fugiram por uma região de mata, sem ser possível localizá-los.

Diante da situação, os policiais foram em direção a caminhonete e encontraram a carroceria coberta por pescado de diversas espécies e apetrechos para pesca. No interior do carro, também foram encontrados os documentos do motorista do veículo, que é um homem de 37 anos.

Ainda na verificação dos peixes, foi constatado se tratar de 412 quilos de pescado das espécies Pintado e Cachara.

Leia Também:  Estudo de servidores da SES é reconhecido nacionalmente

Os policiais seguiram com a caminhonete e os peixes para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

O pescado encontrado se encontrava em condições de consumo e foi doado para a instituição de caridade Comunidade Terapêutica Divina Providência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil prende autor de tentativa de feminicídio que colocou fogo em ex-companheira em Paranatinga

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  "A responsabilidade é maior, mas estamos juntos para fazer o melhor por MT", afirma vice-governador

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA