MATO GROSSO

Companhia Raio prende homem com armas de fogo e 163 munições em Cuiabá

Publicado em

Policiais militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) prenderam um homem de 33 anos por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta terça-feira (31.10), na zona rural de Cuiabá. Na ação, duas armas de fogo e 163 munições foram apreendidas.

Durante motopatrulhamento no Coxipó do Ouro, por volta de 17h, a equipe do Raio foi acionada por moradores, que denunciaram um homem que estaria andando armado pela região. Segundo as informações, o suspeito estaria em um Corolla branco e frequentemente passava pelo local exibindo armas de fogo.

Os policiais iniciaram diligências, abordaram o veículo conduzido pelo suspeito e não encontraram nada de ilícito no interior do carro e com o homem. Questionado sobre a denúncia, o suspeito confirmou aos policiais que teria armas de fogo em sua casa e levou os militares até o local.

Na residência do homem, a equipe do Raio localizou uma pistola calibre .9mm e uma espingarda de calibre .22, bem como 163 munições para todo o armamento. Ao ser perguntado sobre as autorizações necessárias para portar as armas, o homem disse que não tinha documentos sobre os objetos.

Leia Também:  Seduc amplia prazo e Matrícula Web para novos alunos segue até segunda-feira (10)

Diante dos fatos, o suspeito foi informado sobre o crime de porte ilegal de arma e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a Central de Flagrantes da Capital para registro da ocorrência, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Seduc amplia prazo e Matrícula Web para novos alunos segue até segunda-feira (10)

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Eleitores participam do Teste de Integridade com biometria e destacam segurança da urna

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA