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Concessionária é autorizada a iniciar operação comercial na MT-220

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT) autorizaram o início da operação comercial e cobrança de tarifa de pedágio na MT-220, entre Sinop e Tabaporã. A operação pode começar a partir da 00h desta sexta-feira (27.01).

Desde 2021 a Concessionária Norte Sul é responsável pelos serviços de conservação, recuperação, manutenção, melhorias e operação de um trecho de 138 km da rodovia, entre o entroncamento com a BR-163 e o entroncamento com a MT-410.

No dia 24 de janeiro, a Sinfra, Ager, a Concessionária e o Consórcio Evvia Engefoto Viana, verificador independente do contrato, realizaram uma vistoria conjunta na rodovia, com o objetivo de verificar se todas as condições previstas no Programa de Exploração Rodoviária foram cumpridas.

Entre os trabalhos iniciais previstos estão a eliminação de problemas emergenciais, minimização de problemas crônicos, melhoria das pistas e do visual da rodovia. Foram executados serviços como limpeza das pistas, recuperação preliminar do pavimento, revitalização da sinalização, recuperação de sistemas elétricos e de drenagem.

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Durante a vistoria, a Ager constatou que os trabalhos iniciais foram realizados e por isso o início da cobrança de tarifa foi autorizado. O valor máximo da tarifa será de R$ 10,10 em três praças de pedágio.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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