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“Concurso da Ager está com oportunidades para quem quer atuar no interior do Estado”, destaca presidente em podcast

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Com o intuito de prover informações e dar suporte para a fiscalização de todo o Estado, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) vai oferecer oportunidades de emprego para o interior de Mato Grosso. As vagas fazem parte do montante do concurso público para 55 cargos de cadastro reserva. A informação é do presidente regulador da agência, Luis Alberto Nespolo, que participou do podcast MT Conectado nesta terça-feira (07.02). 

De acordo com ele, a expectativa é nomear todo esse quantitativo durante a validade do concurso. “Estar à frente da Ager é um desafio gigante e precisamos de pessoas altamente capacitadas para isso. Pessoas que tenham orgulho de regular, fiscalizar e ofertar um serviço público de qualidade à população”, destacou.

Na oportunidade, o presidente ainda falou sobre os avanços, conquistas e ações desenvolvidas pela agência mato-grossense. “Estamos com uma série de melhorias em nosso transporte estadual. Uma delas é a criação do selo de qualidade regulatória, um qrcode que possibilita que qualquer munícipe seja um fiscal do transporte público”, disse.

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Nespolo destacou a importância dos incentivos do Governo de Mato Grosso no setor. “Temos também a reforma da infraestrutura do terminal rodoviário, com uma área de embarque maior e a construção de um elevador que dará mais acessibilidade a quem precisa”, finalizou o presidente.

Acompanhe a entrevista completa do 14º episódio do podcast, no Youtube e Spotify.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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