MATO GROSSO

Controladoria e Empaer unem forças para fortalecer transparência e governança na gestão pública

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) firmaram parceria para fortalecer a governança e transparência nos processos internos da empresa pública. As instituições unem esforços para aprimorar os mecanismos de integridade e otimizar a atividade correcional da entidade.

Um dos temas é a estruturação de uma equipe técnica especializada para atuar nos processos correcionais. A CGE está apoiando a Empaer na capacitação dessa equipe, garantindo que os procedimentos sejam conduzidos com imparcialidade, profissionalismo e em conformidade com as melhores práticas de governança pública.

A parceria também prevê a revisão do regulamento interno da Empaer e a padronização dos processos administrativos por meio da criação de fluxogramas detalhados. Essas medidas visam proporcionar mais eficiência e previsibilidade na gestão interna, assegurando que os colaboradores e gestores tenham diretrizes claras para a condução das atividades.

O secretário adjunto de Corregedoria da CGE, Renan Zattar, destacou a importância dessa cooperação para o fortalecimento da administração pública estadual.

“Nosso papel é atuar em conjunto com os órgãos e entidades do Executivo para oferecer suporte técnico e estratégico na modernização de seus processos internos. A Empaer tem demonstrado um compromisso exemplar com a melhoria contínua da gestão e a adoção das melhores práticas de integridade e governança”, afirmou.

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Conforme o presidente da Empaer, Suelme Fernandes, a parceria com a CGE foi um passo importante para dar celeridade e segurança aos processos correcionais.

“A criação do primeiro Código de Processo Disciplinar da empresa e do Plano Piloto de Atividades Correcionais será uma iniciativa pioneira entre autarquias indiretas de Mato Grosso. Com orientação e penalização dos desvios, mudaremos nossa cultura organizacional oferecendo cada vez mais um serviço de qualidade a sociedade que é quem financia nossos serviços”, disse Suelme Fernandes.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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