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Corpo de Bombeiros atende ocorrências de mal súbito e incêndio em zonas eleitorais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu a diversas ocorrências, incluindo mal súbito, quedas de mesmo nível e incêndio em vegetação, durante a “Operação Eleições 2024 – 1º Turno”, realizada neste domingo (06.10). Os atendimentos ocorreram durante o período de votação, das 7h às 16h, em várias zonas eleitorais do estado.

A operação foi realizada pelo CBMMT em parceria com as forças de segurança pública, visando a prevenção de situações de risco que pudessem afetar os eleitores. Iniciada às 5h, a operação se encerra somente às 20h, após a apuração dos votos das eleições municipais.

Conforme o relatório da operação, durante o período de votação foram registradas 11 ocorrências de mal súbito, uma das quais ocorreu no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Cuiabá. Além disso, houve uma ocorrência de queda de nível e dois incêndios em vegetação, sendo que estes dois últimos ocorreram dentro de escolas que sediavam seções eleitorais em Barra do Garças (a 511 km de Cuiabá).

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O tenente-coronel Heitor Fernandes Luz, comandante da Operação Eleições 2024 e do 1° Comando Regional Bombeiro Militar (1° CRBM), explica que as ocorrências foram atendidas exclusivamente pelas equipes empenhadas nos serviços de prevenção e combate a incêndios, salvamento e atendimento pré-hospitalar nos locais de votação.

Ao todo, 546 bombeiros militares e 131 viaturas foram mobilizados nos 24 municípios atendidos diretamente pelas unidades operacionais do CBMMT. As equipes se revezaram durante os períodos matutino e vespertino, garantindo uma resposta rápida e eficaz a qualquer situação de emergência.

“Essas são apenas as ocorrências atendidas pelas equipes de prevenção. Todos os 11 casos de mal súbito e queda de nível ocorreram em áreas eleitorais, seja dentro das zonas eleitorais ou nas ruas, com pessoas chegando, saindo ou estacionando na região de votação. Os dois incêndios também foram na mesma situação. Um deles ocorreu em uma área de vegetação dentro do campus de uma universidade e o outro foi atendido atrás de uma escola que também era ponto de votação”, esclareceu o tenente-coronel Heitor.

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Além das ocorrências atendidas, as equipes realizaram 197 ações de prevenção e 118 vistorias prediais preventivas, totalizando 329 atendimentos realizados pelo CBMMT durante a Operação Eleições 2024.

Os bombeiros militares também colaboraram na fiscalização da lisura do processo eleitoral, em apoio ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Com o encerramento do horário de votação às 16h, os bombeiros acompanharam o processo de apuração dos votos, garantindo a ordem e a segurança no ambiente eleitoral. Isso foi especialmente importante no município de Sinop (a 480,9 km de Cuiabá), onde houve uma queda de energia que interrompeu temporariamente a apuração.

“A presença constante dos bombeiros militares contribuiu para um ambiente seguro e tranquilo durante o processo eleitoral. Essa atuação reforça o compromisso do CBMMT com a proteção da população, especialmente em momentos importantes como as eleições”, concluiu o tenente-coronel Heitor.

Além do CBMMT, também participaram da operação de segurança das eleições as polícias Federal, Militar e Judiciária Civil, o Ministério Público e a Defesa Civil Estadual.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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