MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate incêndio em vagão de carreta que tombou e pegou fogo

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na manhã deste domingo (25.1) para atender uma ocorrência de incêndio em uma carreta que transportava soja na BR-163 em Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá).

A equipe do 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) recebeu o chamado por volta das 09h40 e prontamente se deslocou ao local indicado.

Ao chegar, a equipe constatou que um dos vagões da carreta havia tombado e se encontrava em chamas, com o fogo concentrado no conjunto de pneus.

De imediato, os bombeiros iniciaram as ações de combate e controle do incêndio, utilizando a técnica de resfriamento, conseguindo conter as chamas. Na sequência, foi realizado o trabalho de rescaldo, a fim de eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo. Não houve registro de vítimas.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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