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Corpo de Bombeiros combate três incêndios em diferentes regiões de Confresa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na quinta-feira (26.3), três ocorrências de incêndio registradas em diferentes regiões de Confresa (a 1.058 km de Cuiabá).

A primeira ocorrência foi registrada às 18h09, na Rua MN3, no bairro Morada Nova, quando o 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionado após solicitação que relatava grande quantidade de fumaça saindo de uma residência.

No local, os bombeiros constataram que se tratava de queima de folhas e galhos no interior do imóvel. Rapidamente, a equipe do 2º NBM realizou a extinção das chamas, seguida de procedimentos de rescaldo, eliminando riscos de propagação do fogo. Também foram prestadas orientações à responsável pelo local quanto aos riscos da queima de resíduos em área urbana. Não houve registro de vítimas.

Em seguida, durante ronda operacional, a equipe do 2º NBM se deparou com um foco de incêndio em um lote localizado na Rua Santa Catarina, esquina com a Rua MN5, também no bairro Morada Nova. No local, foi constatado que a queima havia sido iniciada pela própria proprietária do terreno, com a finalidade de limpeza da área.

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No momento da chegada, foi verificada a presença de grande quantidade de fumaça. Os bombeiros fizeram o combate direto utilizando o canhão de água da viatura, seguido de procedimentos de rescaldo, garantindo a completa extinção do fogo. Também foram prestadas orientações à proprietária e aos presentes quanto aos riscos e às implicações da queima de resíduos em área urbana.

Já no período da noite, às 19h25, a equipe do 2º NBM foi acionada via 193 para atendimento de um incêndio em vegetação urbana na Rua A11, no bairro Arco-Íris 2, onde havia um foco de incêndio em um terreno baldio.

Uma equipe de bombeiros se deslocou ao endereço indicado e, ao chegar, constatou que o fogo estava concentrado na vegetação existente no terreno. Com o uso de um soprador, equipamento utilizado para direcionar o ar e auxiliar no controle e na extinção de incêndios em vegetação, foi feita a extinção das chamas. Em seguida, foi realizada a ação de rescaldo, com a eliminação de focos remanescentes.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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